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	<title>Comentários sobre: Nunca na historia deste país se viu uma reforma ministerial tão “silenciosa”</title>
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	<description>em poucas palavras</description>
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		<title>Por: valter</title>
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		<dc:creator>valter</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:38:41 +0000</pubDate>
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		<description>Muito boas as considerações acima, tanto no artigo quanto no comentário.
Gostaria apenas de acrescentar que com o desmonte do aparelho de estado - em todo o ocidente - na década de 90, e sua consequente privatização, nós não apenas trasnformamos cidadãos em consumidores. 

O que se pretendeu com aquela operação &quot;delenda cartago (estado)&quot; foi exatamente isso que estamos enfrentando: estados fracos, privatizados do ponto de vista conceitual e processual e a farra do boi dos mercados.

Ora, num ambiente privado o que se tem como prática é o legítimo jogo de negócios... Se este foi para dentro do Estado, lá ele se instala. 
Simplificando: nada mais previsível que o aparelho de estado, uma vez privatizado, se transforme num balcão de negócios.

O que estamos assistindo daqui - de uma maneira assustadoramente confortável, diga-se de passagem, graças à nossa herança capitalista monopolista de estado que o PT tão bem soube explorar e recolocar em pauta - é um enorme esforço de Obama, Sarkozy e Merkel (nem sei se nesta ordem) de recuperar a força do estado e seu papel protagonista na formulação e na aplicação de políticas públicas, das quais a econômica é, sem dúvida, a mais importante. 

E, não é de se estranhar que venha da Inglaterra de Margareth Tatcher a reação mais negativa.

Espero que consigam...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boas as considerações acima, tanto no artigo quanto no comentário.<br />
Gostaria apenas de acrescentar que com o desmonte do aparelho de estado &#8211; em todo o ocidente &#8211; na década de 90, e sua consequente privatização, nós não apenas trasnformamos cidadãos em consumidores. </p>
<p>O que se pretendeu com aquela operação &#8220;delenda cartago (estado)&#8221; foi exatamente isso que estamos enfrentando: estados fracos, privatizados do ponto de vista conceitual e processual e a farra do boi dos mercados.</p>
<p>Ora, num ambiente privado o que se tem como prática é o legítimo jogo de negócios&#8230; Se este foi para dentro do Estado, lá ele se instala.<br />
Simplificando: nada mais previsível que o aparelho de estado, uma vez privatizado, se transforme num balcão de negócios.</p>
<p>O que estamos assistindo daqui &#8211; de uma maneira assustadoramente confortável, diga-se de passagem, graças à nossa herança capitalista monopolista de estado que o PT tão bem soube explorar e recolocar em pauta &#8211; é um enorme esforço de Obama, Sarkozy e Merkel (nem sei se nesta ordem) de recuperar a força do estado e seu papel protagonista na formulação e na aplicação de políticas públicas, das quais a econômica é, sem dúvida, a mais importante. </p>
<p>E, não é de se estranhar que venha da Inglaterra de Margareth Tatcher a reação mais negativa.</p>
<p>Espero que consigam&#8230;</p>
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