Alemanha e argentina estão na final por que foram os dois melhores times e mereceram.
Fiquei triste pela holanda, que de novo fez um grande time e NUNCA foi campeã do mundo…
Só não entendo esta conversa de “o vexame do brasil na copa”, como vi hoje no uol.
oras…
- desde o jogo com o méxico sabíamos que nosso time era apenas razoável…
- isso se confirmou no jogo contra o chile…
- este time, que foi malemá treinado pelo felipão por um ano (dos quais se aproveitam 40 dias) ficou entre os 4 melhores do mundo (!!!)
- ficar entre os 4 melhores do mundo foi a melhor colocação do brasil nos últimos 12 anos! (eliminado nas quartas e nas oitavas nas duas últimas copas)
- e, tudo isso, APESAR da CBF, dos marins, da estrutura do nosso futebol, dos “agentes” dos jogadores e destes capitães do mato que vendem crianças de 12, 13, 14 anos potenciamente bons jogadores para times no interior do casaquistão, turquia, e sei eu mais aonde… provocando, inclusive, falta de craques ou mesmo de bons jogadores nos gramados pátreos….
Ou seja,
Onde está o vexame?
Está em perder de 7, mas isto é vexame sempre, em qualquer lugar, para qualquer time.
Por que, de resto, este time foi muito além do que seu potencial poderia nos fazer crer.
E espero que joguem bem e ganhem o jogo no sábado.
Valter Caldana
meus respeitos e minha solidariedade ao time brasileiro.
perderam, fomos humilhados, é lamentável, é deprimente.
mas é do jogo.
PARABÉNS!!!
vamos disputar e ganhar o terceiro lugar na copa das copas!
Valter Caldana
O Plano Diretor de São Paulo foi finalmente aprovado pela Câmara.
Vem com mais acertos que equívocos. O saldo é positivo.
Aqui, uma brave análise do plano e dos próximos passos.
Ouça aqui Entrevista Jovem Pan
entrevista ao Heródoto Barbeiro no jornal da Record News
A Copa no Brasil, não do Brasil
Parte 1 – 5 minutos
Parte 2 – 2 minutos
Bienal de Arquitetura de Veneza – 2014
Pavilhão Brasileiro
“Quando o Moderno é Tradição”
Apesar do nome instigante e muito bem colocado como resposta à provocação do curador geral Rem Koolhas, a exposição acabou se desenvolvendo de modo um pouco previsível, através de painéis fotográficos mostrando clássicos da nossa arquitetura.
A exposição dos cobogós foi muito bem lembrada e sua utilização como elementos divisórios no percurso da exposição foi interessante. No entanto a opção por construí-los em “isopor” ou outro polímero desta natureza foi discutível. Talvez o impacto de levar os elementos reais fosse mais interessante para o desafio proposto por Koolhas, como fizeram outros países.
Na minha terra o nome disto era “Leão da metro, dá dois rugidos e o resto é fita…”