E lá vamos nós…
O desmonte da coragem, da criatividade e da capacidade técnica do Estado continua firme por estas bandas paulistas…
E pensar que em 1983, nem acabada a ditadura estava, Prof. Modesto Carvalhosa na presidência do Condephaat e Governador Montoro no comando do Estado de São Paulo tombaram a Serra do Mar, iniciativa inédita no mundo, da qual colhemos frutos até hoje… (que poderiam ser ainda maiores não fosse a mediocridade que os sucedeu).
Logo em seguida o governador criou a Secretaria do Meio Ambiente e ampliou a atuação e os poderes da Cetesb…
30 anos…
serra do mar e da mantiqueira – 30 anos se passaram
ctrl+alt+del
Coisas da vida depois dos 50
Em 1967/70 o filme 2001 – uma odisséia no espaço era uma contundente e complexa denúncia sobre os caminhos que a tecologia estava adotando e de como as máquinas dominariam o Homem.
Hoje é uma crônica muito bem feita sobre os diversos problemas que os computadores apresentam e que nem sempre o CTRL+alt+del resolvem…
filas de janeiro
É difícil entender que num país como o nosso haja déficit de destinos turísticos, como se vê pelos eternos congestionamentos em rodoviárias, aeroportos e estradas nas férias de verão.
Aparentemente o que há é um profundo desconhecimento dos tantos possíveis destinos existentes… o que significa que continuamos não nos conhecendo e, por que não dizer, sem saber para onde ir…
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nosso século XXI
Dia do ARQUITETO E URBANISTA
hoje é dia do arquiteto e urbanista.
profissional responsável pela materialização do sonho da qualidade de vida da humanidade neste pequeno planeta, através da construção – em todas as dimensões – de seus espaços.
mas este lirismo todo passa pela necessidade de aprovação de projetos “nos órgãos competentes” … e sobre isso, neste momento de revisão de legislação em várias cidades, inclusive aqui em sampa, vale lembrar:
que não se perca a oportunidade de tornar a legislação de aprovação de projetos e obras na cidade de São Paulo transparente, objetiva, de fácil compreensão por leigos e auto-aplicável.
Exemplos:
. acabar com coisas como o “computável” e o “não computável” (área construída é área construída!);
. que os índices sejam globais e sem excepcionalidades e particularidades (coeficiente de aproveitamento deve ser um número absoluto que multiplica a área construída total, simples assim, sem descontos);
. que a aplicação de taxas, emolumentos e impostos seja unificada e também seja um valor unitário em R$ multiplicado pela área construída total, sem interpretações ou subterfúgios;
. que o recuo, quando houver, se houver, não seja fruto de uma conta, mas de uma distância mínima objetiva, entre outros.
E que a aprovação de projetos seja declaratória – simples comunicação do que será feito – e sujeita ao código de ética profissional, e aos códigos civil e criminal, dotando a prática profissional de responsabilidade e, acima de tudo, de liberdade.



