da série livre pensar é só pensar (m.f.)
e se o monte de pessoas que diz que foi à paulista no domingo 13 não contra um partido específico mas sim pela moralidade na política e o outro monte de pessoas que diz que foi na sexta 18 não a favor de um partido mas sim pela Democracia (o que também inclui a moralidade na política) se unissem numa grande manifestação pela moralidade na política e pela Democracia?
hummm
Acho que não rola…
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A cada novo lance fica mais claro que as ações desesperadas pela saída de Dilma se confundem com uma necessidade incontrolável destes alguns de se fazer um acordão, que a presença dela, incompetente para a política, per si, impede.
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A inteligência política de Zé Dirceu é farta e publicamente conhecida.
Por outro lado, não posso crer que o jovem Odebrecht seja apenas um despreparado filhinho de papai.
Será que vão escrever um livro contando este período juntos? Conversas, tentativas mútuas de ampliação, cooptação, bravatas e depressões… Quem falou o que do outro, quando…
Algo como “Diálogos do Cárcere”. Ou, “quem é quem nas incestuosas relações entre o estado brasileiro e sua classe dominante”.
Fica a ideia. Capaz de ficarem ricos…
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Por que esta insistência em ignorar pessoas que são contra o impeachment e à favor do aprofundamento e da ampliação das investigações?
Não há apenas duas posições no Brasil hoje, há pelo menos quatro!
Valter Caldana
Segundo a Rede estamos entre dois cenários
. impedimento, para que a quadrilha possa tomar conta da boleia e se safar da investigação
ou
. cassação da chapa por abuso do poder econômico, implicando nova eleição direta.
…
faltou à Rede dizer que temos outros dois cenários
ou
. manter a presidência da república, mesmo que incompetente e indesejada por 50% (ou mais) dos eleitores até a próxima eleição como previsto no presidencialismo e acelerar as investigações da lava a jato, fazendo uso das provas e indícios colhidos até aqui para a criação de novas forças-tarefa paralelas (ou só o Moro pode fazer investigações profundas?) para ampliar celeremente o arco de investigações, em especial agora sobre políticos do legislativo, governos estaduais e municipais de grandes cidades – que tal começar pelas sedes de jogos da copa do mundo – e mostrar ao mundo que nos últimos 25 anos soubemos sair de uma ditadura, construímos uma Democracia de popular, de qualidade e fibra, que se dá ao respeito e que sabe punir seus malfeitores. E, de quebra, que construímos uma economia capaz de suportar alguns anos de crise econômica, desde que não inflada pela crise política.
Um Congresso limpo de suas cunhas e de suas chagas não precisa temer e poderá nestes próximos dois anos e meio forçar a Presidente a fazer um governo menos incompetente (se é assim que so o percebe), fazendo Política de alto nível.
. enrolação legislativa e/ou jurídica até dezembro seja do cenário um, seja do cenário dois e aí teremos eleição indireta com os malfeitores elegendo o condutor da carroça
Valter Caldana
O problema da Política é que, diversamente do que acontece na Comédia, do ridículo e da farsa sempre vem a tragédia.
Como no caso desta impagável trapalhada que é a nomeação de Lula ministro. Seja a ação desesperada da situação, seja a histérica reação das oposições, o que resta é que ambos os lados admitem intrinsecamente que o STF não tem lisura ou independência para julgá-lo se for necessário. Não bastasse, vem o Mendes e confirma!
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Só sei dizer que o rapaz que fez este comício na sexta 18/03 à noite na Paulista estava quieto em um sítio que não é dele cuidando de uma doença que ele não tem e esbrontolando de quando em quando contra a sucessora.
Do resto, a Democracia e a Natureza estavam cuidando.
Aí resolveram trazer 2018 para 2015/16… O que se aprende com isso?
Não vale a pena mexer com a Natureza, nem com a Democracia.
Valter Caldana